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São
Paulo, 06/05/2008 - n.2
400 pessoas prestigiam
cerimônia de posse da nova diretoria da ANOREG-SP
Representantes dos poderes Judiciário,
Executivo e Legislativo, presidentes de todas as entidades representativas
dos notários e registradores, amigos, colegas de atividades e familiares
prestigiaram a posse da diretoria da Anoreg-SP, que pela primeira vez tem
uma mulher na presidência.
Cerca de 400 pessoas compareceram à posse da presidente eleita da Associação
dos Notários e Registradores de São Paulo, Anoreg-SP, Patricia André de
Camargo Ferraz, bem como de sua diretoria. A solenidade foi seguida de
coquetel, no Buffet Tôrres, em São Paulo, capital, no dia 14 de março de
2008.
Enviaram mensagens de congratulações a ministra do Turismo, Marta Suplicy;
o ministro da Justiça, Tarso Genro; e o chefe de gabinete da Casa
Civil da Presidência da República, Delton Elber Corrêa, que
agradeceu o convite e cumprimentou a diretoria
eleita em nome da ministra-chefe da Casa
Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff.
Também agradeceram o convite e desejaram boa sorte à presidente Patricia
Ferraz e à sua diretoria, o chefe da Casa Civil do governo do estado de São
Paulo, doutor Aloísio Nunes Ferreira Filho;
o vice-presidente do Tribunal de Justiça de São
Paulo, Jarbas Coimbra Mazzoni; o presidente da Anoreg-RJ, Alan
Borges; a presidente da Anoreg-MT, Glória Ferreira Bertoli; e o
presidente da Serjus, Associação dos Serventuários de Justiça do Estado de
Minas Gerais, Roberto Dias de Andrade.
Presenças que abrilhantaram a posse da
nova diretoria da Anoreg-SP
Ocuparam a mesa diretora
dos trabalhos ao lado de Patricia Ferraz e do ex-presidente da Anoreg-SP,
Ary José de Lima: a desembargadora Vera Lúcia Angrisani,
representando o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo,
desembargador Roberto Antonio Vallim Bellocchi; juiz José Antônio de
Paula Santos Neto, que representou o corregedor-geral da Justiça,
desembargador Ruy Pereira Camilo; desembargador Henrique Nelson Calandra,
presidente da Apamagis-SP; conselheiro Felipe Locke Cavalcanti, do
Conselho Nacional de Justiça, CNJ; Evangelina de Almeida Pinho,
gerente regional da Secretaria de Patrimônio da União de São Paulo,
representando o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão do governo
federal; Guilherme Afif Domingos, secretário do Emprego e Relações do
Trabalho, representando o governador do Estado de São Paulo, José Serra;
Rodrigo Garcia, secretário especial da Desburocratização do município de
São Paulo, representando o prefeito da cidade de São Paulo Gilberto Kassab;
deputados federais Carlos Sampaio e José Eduardo Cardozo,
representando a Câmara dos Deputados; deputada Maria Lúcia Prandi,
representante da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo; vereador
José Américo Dias, representando a Câmara Municipal de São Paulo;
Rogério Portugal Bacellar, presidente da Anoreg do Brasil; e Vladmir
Silveira, presidente da Associação dos Pós-graduandos da PUC-SP,
representando a academia.
A cerimônia contou ainda com outras honrosas presenças: desembargadores,
Kioitsi Chicuta, Ruy Coppola e Constança Gonzaga de
Mesquita, do Tribunal de Justiça de São Paulo; juiz Marcelo Martins
Berthe, assessor da presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo;
juiz Gustavo Henrique Breta Marzagão, titular da 1ª Vara de
Registros Públicos de São Paulo; juiz Nelson Cahali,
perito judicial nomeado da 1ª e 2ª Varas de Registros Públicos de São Paulo;
promotores Claudia Maria Beré, Arthur Pinto Filho, José
Carlos de Freitas, Luiz Roberto Proença e Otavio José
Callejão, do Ministério Público de São Paulo; promotor André Luiz
Marcassa, do Ministério Público de Mauá; Renzo Leonardi, conselheiro-secretário da Apamagis; juízes José Marcelo Tossi Silva e Walter Rocha Barone, da
CCJSP; juíza de Direito/SP Tânia Mara Ahualli; defensor Renato Campos
de Vitto, da Defensoria Pública do Estado de São Paulo;
Marcio Kayatt, presidente da
Associação dos Advogados de São Paulo;
deputado federal Cândido Vaccarezza (PT/SP); José Pereira
Gonçalves e Rui Teles Guimarães, vice-presidentes da Abecip;
Caio Carmona Portugal e Flávio Augusto Amary, diretores da Aelo,
o último também representando o deputado federal Renato Amary (PSDB-SP);
Léo Barros Almada, presidente do IEPTB-Brasil; Helvécio Duia Castello,
presidente do IRIB; Alexandre Arcaro, presidente da Associação
dos Titulares de Cartórios; Cláudio Bernardes,
Hubert Gebara e Ricardo Yazbek, vice-presidentes do Secovi-SP; Ubiratan Pereira Guimarães,
representando o presidente do Colégio Notarial do Brasil-SP; Aymar Faria
e outros representantes do Movimento de Moradia da Região Sudeste.
Acompanhe importantes trechos dos pronunciamentos dos membros da mesa e a
íntegra do discurso da presidente Patricia Ferraz.
Não podemos informatizar a
burocracia
O secretário Guilherme Affif Domingos destacou a razão de estar
representando o governador José Serra no evento. Além da Secretaria do
Trabalho e do Emprego, ele tem a missão de presidir a comissão de
desburocratização do estado de São Paulo, um comitê composto por mais de dez
secretarias para uma ação conjunta que visa a facilitar a vida do cidadão no
dia-a-dia. “Tão logo assumimos a presidência da comissão, me perguntaram: é
para comprar uma briga com os cartórios? Eu respondia: Por quê? Diziam-me:
porque a imagem dos cartórios é a imagem da burocracia. E aqui estamos
juntos para desmentir esse conceito”, comentou.
“Vivemos a era da informatização e, no Brasil, corremos o risco de perder
oportunidades porque muitos setores estão informatizando a burocracia,
quando, na verdade, nossa missão é simplificar processos, informatizar para
ganhar velocidade de ação, sem prejudicar a garantia jurídica. Essa é nossa
missão!”.
Como representante do governador de São Paulo, Afif Domingos destacou o
entrosamento entre os governos estadual e municipal e a Anoreg-SP e sobre o
empenho de todos para prestar o melhor atendimento aos cidadãos, com
processos menos burocráticos.
Ary José de Lima
despede-se da presidência da ANOREG-SP
Momentos de emoção marcaram o pronunciamento do ex-presidente Ary José de
Lima, que passou o cargo para Patricia Ferraz. “Deus nos reserva algumas
coisas fantásticas, e a eleição da Anoreg-SP foi uma delas. Pela primeira
vez na história de entidade uma mulher vai presidir a nossa entidade. Digo,
com toda sinceridade, que não poderíamos ter escolhido melhor pessoa, que
ingressou na carreira por concurso público, que tem um trato fantástico com
as coisas, e que conseguiu trazer para sua diretoria todos os presidentes
dos institutos, e são eles seus avalistas e fiadores”.
O ex-presidente falou da missão que procurou cumprir com dignidade e
responsabilidade, mesmo nos momentos em que foi preciso abdicar do convívio
familiar e com os amigos. No entanto, também estreitou profundos laços de
amizade com colegas de São Paulo e de outros estados, conforme declarou.
Ary José de Lima agradeceu ao Poder Judiciário do Estado de São Paulo, nas
pessoas dos desembargadores Ruy Coppola e Kioitsi Chicuta, presentes ao
evento, e mencionou algumas realizações de sua gestão.
“Tivemos a felicidade de ver aprovada nossa Lei de Custas. Tivemos a
sensibilidade de criar o fundo de ressarcimento do registro civil, para
proporcionar tranqüilidade a esse profissional no desempenho de suas
atividades.”
Ary José de Lima lembrou que é missão da Anoreg do Brasil e das Anoreg’s
estaduais dar condições para que notários e registradores tenham acesso à
informática, além de proporcionar oportunidades de aperfeiçoamento técnico.
“Esse é o primeiro caminho para se alcançar a padronização dos atos e se
oferecer ao cidadão a informação de forma mais rápida”, comentou.
Finalmente, o ex-presidente agradeceu a colaboração dos funcionários da
Anoreg-SP e a compreensão de sua família.
A primeira mulher na presidência da ANOREG-SP
A desembargadora Vera Lúcia Angrisani, que representou o
presidente do TJSP desembargador Roberto Antonio Vallim Bellocchi,
destacou a presença de uma mulher pela primeira vez à frente da Anoreg-SP.
“Quero cumprimentar Patricia Ferraz por essa vitória tão bonita; por
representar as mulheres. É a primeira mulher que vem presidir a Anoreg-SP e
contribuir para que todos os registradores e notários consigam implementar
os trabalhos tão notáveis que já vêm sendo feitos, mas com o propósito de
celeridade e de unidade, que deve haver em todos os trabalhos. A unidade
leva ao sucesso, que parece ser a meta dessa nova diretoria. É com muita
alegria que aqui compareço representando o presidente do Tribunal de Justiça
de São Paulo, e congratulando-me com a Anoreg-SP por essa brilhante vitória.
Parabéns e sucesso”.
Em nome do corregedor-geral da Justiça Ruy Pereira Camilo, o juiz João
Antônio de Paula Santos Neto transmitiu a consideração e o apreço do
magistrado pela categoria, especialmente ao constatar a imediata mobilização
de notários e registradores, atendendo ao pedido da CGJSP, no sentido do
pronto cadastramento de todos no portal do Conselho Nacional de Justiça.
“Foi, sem dúvida, uma demonstração de eficiência, uma demonstração de força
do estado de São Paulo que revelou aos órgãos de Brasília que não só estamos
prontos a colaborar em face de suas solicitações, como também podemos
fazê-lo muito rapidamente, de forma muito organizada e sem nenhuma
dificuldade”, destacou.
CGJSP acredita na
delegação do serviço a particulares com a legitimação advinda dos concursos
públicos
O juiz José Antônio de Paula Santos Neto declarou que o desembargador Ruy Pereira Camilo assumiu a Corregedoria Geral
do Estado de São Paulo com a tônica de manter todas as iniciativas de seus
antecessores, valorizando-as, talvez ampliando-as, mas sempre interessado em
transmitir aos notários e registradores que o faz para prestigiar a
categoria.
“As iniciativas da CGJSP são tomadas por idealismo, por se acreditar no
sistema notarial e registral, por se acreditar no sistema de delegação do
serviço a particulares, mas, evidentemente, com a legitimação advinda dos
concursos públicos e com a valorização crescente da classe, para que todos
tenham orgulho de a ela pertencer e para que possam apresentar seus títulos
de legitimidade e demonstrar que estão no lugar que ocupam por competência,
capacidade e merecimento. Como também merece a doutora Patricia Ferraz, a
quem tive o prazer de examinar no 2º Concurso Público de Provas e Títulos,
ao lado dos meus colegas Walter Rocha Barone e José Marcelo Tossi Silva, que
aqui estão. Portanto, para nós existe especial sabor em ver que alguém, que
examinamos e aprovamos, rapidamente galgou as melhores posições da categoria
e hoje preside a classe. Doutora Patricia, em seu nome, saúdo todos os
membros da diretoria eleita e quero que aceite os cumprimentos do
desembargador Ruy Pereira Camilo e os meus pessoais”.
Cartórios paulistas: padrão de excelência e de alta tecnologia
O desembargador Henrique Nelson Calandra, presidente da Associação
Paulista de Magistrados, Apamagis, também se referiu ao preconceito que liga
os cartórios à idéia de burocracia.
“Nós, que trabalhamos com a solução de conflitos dentro do poder Judiciário,
podemos atestar a importância da atividade dos notários e registradores. Não
de trata de burocracia dispensável, uma vez que mediante a memória dos
negócios realizados podemos dar solução a conflitos entre os indivíduos e as
empresas. O registro imobiliário de São Paulo é considerado padrão para o
Brasil, graças à atividade da CGJSP e à atividade dos próprios
registradores. Entrar no 1º Cartório de Registro de Imóveis de São Paulo, e
em outros cartórios da capital, e do interior de São Paulo, é como entrar
numa estação interplanetária, tal o padrão de excelência e de alta
tecnologia desenvolvida pelos nossos notários e registradores. Quando temos
de julgar os processos, é nas notas elaboradas pelos senhores que
conseguimos encontrar solução. É com base naqueles registros precisos e
escorreitos que podemos dar solução aos conflitos”.
Atividades essenciais sem as quais a Justiça não pode tornar-se verdadeira e
acessível
O conselheiro Felipe Locke Cavalcanti, do CNJ, relembrou os tempos de
faculdade quando foi colega da presidente Patricia Ferraz, bem como os
êxitos da carreira dela. “Desde cedo Patricia se destacou nos bancos
acadêmicos. Mais do que isso, passou brilhantemente no concurso para
ingresso no Ministério Público e, posteriormente, alcançou a carreira
registrária com grande sucesso. Mais sucesso ainda, tenho certeza, terá a
Anoreg-SP ao escolhê-la, com 80% dos votos, para a presidência. Poucas
entidades têm uma presidente desse escol”.
“Nós,
do CNJ, queremos crer que a imagem do Judiciário passa necessariamente pelo
registro e pela atividade notarial, atividades essenciais sem as quais a
Justiça não pode tornar-se verdadeira e acessível a todos. As recentes
reformas do Código de Processo Civil e do Código Civil, que permitiram à
atividade realizar separação e inventário, deram outro impulso a essa
carreira importantíssima. Avizinhamo-nos de uma nova era em que o processo
digital passa a ser primordial. O registro e a manutenção de documentos com
guarda em segurança é essencial à Justiça, e mais do que isso, evita
conflitos. O Judiciário existe para sanar e, sobretudo, pra prevenir
conflitos, e a atividade extrajudicial pode priorizar essa parcela do
Judiciário com muito sucesso”, comentou.
Competência e
profissionalismo na elaboração e condução do PL de parcelamento do solo
Em nome do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Evangelina de
Almeida Pinho afirmou que o trabalho com a Anoreg-SP, Irib e Arisp, tem
sido decisivo para a consolidação do processo de regularização fundiária no
país. “Quando falo de regularização fundiária, falo da compatibilização das
informações existentes nos cadastros públicos com aquele conjunto de
registros dos cartórios que, finalmente, passam a ter uma leitura única.”
A gerente regional da SPU-SP agradeceu ao
registrador imobiliário Carlos Frederico, de Barueri, pelo apoio na
regularização dos condomínios de Alphaville e Tamboré. E afirmou, ainda, o
interesse do governo em aumentar o papel protagonista dos cartórios de
registro de imóveis para a elaboração, conferência e emissão das certidões
autorizadoras de áreas de propriedade do poder público federal.
“Um último e enorme desafio deverá ser concretizado a partir desse trabalho
conjunto, a aprovação do projeto de lei de parcelamento do solo urbano (PL
3.057)”, lembrou. “Esse projeto vem sendo acompanhado com muita atenção pela
doutora Patricia Ferraz, como diretora de regularização fundiária do IRIB.
Conheço Patricia Ferraz desde o começo das discussões acerca desse projeto
de lei. Foram contatos que ocorreram com tanta intensidade, tantas aventuras
e desventuras que, na realidade, parece que Patricia é uma pessoa que sempre
existiu na minha vida, tal a aproximação e o carinho entre nós. Gostaria de
agradecer a todos por conduzirem a doutora Patricia Ferraz à presidência da
Anoreg-SP. Sei de sua competência profissional e da competência e
profissionalismo que teve e tem na discussão e acompanhamento do projeto de
lei do parcelamento do solo. Que essa seja de fato a marca da nova gestão
que assume agora a Anoreg-SP.”
Para que cada vez mais os
registradores e notários tenham a sintonia que buscam com a sociedade
brasileira
“O bom-senso e o adiantado da hora recomendam que eu desburocratize minhas
palavras”, brincou o secretário da Desburocratização da cidade de São Paulo,
Rodrigo Garcia.
“Tive a oportunidade de conhecer a doutora Patricia Ferraz, quando diretora
de assuntos institucionais junto à Assembléia Legislativa de São Paulo,
época em que tive a honra de ser presidente. Pela primeira vez o parlamento
de São Paulo criou uma relação institucional com algumas das entidades aqui
presentes, graças ao trabalho da doutora Patricia Ferraz. Portanto, tenho a
convicção do esforço que ela fará ao lado de sua diretoria para colocar a
Anoreg-SP e o que ela representa na ordem do dia do cidadão de São Paulo,
para ser parceira dos poderes públicos na luta pela desburocratização e
simplificação dos procedimentos. Por isso, nossa presença aqui é para
homenagear você e sua diretoria, cumprimentar o Ary José de Lima pelo
trabalho realizado e cumprimentar todos aqueles que identificaram na doutora
Patricia a grande líder desse segmento, que vai promover as mudanças
necessárias para que cada vez mais os registradores e notários tenham a
sintonia que buscam de maneira permanente com a sociedade brasileira”.
O grande desafio: presidir
uma entidade cujo dever é atuar na defesa de interesses corporativos com o
limite do interesse público
O deputado federal José Eduardo Cardozo destacou que notários e
registradores exercem funções públicas, são delegados de função pública.
“Portanto, nisso talvez resida o grande desafio de presidir uma entidade
que, por um lado, tem o dever de atuar na defesa dos interesses corporativos
de uma categoria, mas por outro se encontra limitada pelo interesse público.
Nem sempre é uma tarefa fácil representar interesses corporativos e fazer
com que esses interesses estejam amoldados aos interesses públicos. É uma
tarefa que exige condução firme, equilibrada e articulada com a categoria
representada bem como com a própria sociedade. É nessa perspectiva que,
pessoalmente, não poderia deixar de saudar os notários e registradores por
terem escolhido a doutora Patricia Ferraz como presidente dessa importante
entidade”.
O deputado revelou que conhece a presidente desde a época em que era membro
do Ministério Público do Estado de São Paulo. “Todavia, meu maior contato
com a doutora Patricia se deu, curiosamente, no período em que eu já era
deputado federal. Nesse período em que, posso dizer, trabalhamos juntos no
Congresso nacional, particularmente no projeto de parcelamento de uso do
solo, a doutora Patricia soube conduzir com grande lealdade os interesses da
categoria que representava. No entanto, em nenhum momento perdeu a dimensão
da relação com a sociedade e a idéia de que o interesse público é o que
justifica a presença de notários e registradores no quadro institucional
brasileiro. Não poucas vezes vi a doutora Patricia discutindo assuntos que
não tinham absolutamente a ver com a atividade por ela representada, mas que
implicavam questões importantes para o movimento de moradia, para a parcela
mais pobre e excluída da sociedade brasileira. Por isso, é com grande
felicidade que vejo presentes nessa sua posse lideranças do movimento
popular. Considero fascinante esse fato, que demonstra o papel que notários
e registradores têm perante a sociedade brasileira, o papel de exercício de
função pública, de articulação com a sociedade, de superação dos graves
problemas que temos na conjuntura brasileira, e, portanto, registra a grande
condição que notários e registradores têm na perspectiva da construção de um
país democrático, que combate a exclusão social, a miséria, e possibilita
uma vida mais justa, digna e fraterna para todos os brasileiros”.
Conhecimento,
responsabilidade e compromisso social com a regularização fundiária
O conhecimento, a determinação e o entusiasmo de Patricia Ferraz foram
lembrados pela deputada Maria Lúcia Prandi. “Conheci a doutora
Patricia numa audiência pública realizada na Associação Comercial da cidade
de Santos e também fiquei profundamente entusiasmada com seu conhecimento,
sua responsabilidade, seu compromisso social, em especial com a
regularização fundiária. Desejo uma excelente gestão. Parabéns a todos.
Tenho certeza de que uma solenidade tão prestigiada por membros dos três
poderes, bem como por familiares, parentes, amigos, outras instituições, e
pelo próprio movimento popular, representam a importância da Anoreg-SP”.
A maior e mais rica cidade
brasileira tem uma grande parte de imóveis irregulares
Representando a Câmara Municipal de São Paulo, o vereador José Américo
Dias enfatizou que o papel dos notários e registradores é “colocar o
país na lei”.
“São Paulo, a maior e mais rica cidade brasileira, ainda tem grande parte de
terrenos e imóveis não regularizada, não ordenada juridicamente. Parte dela
é produto de ocupações, de loteamentos clandestinos. Nós, que atuamos na
área, temos hoje entidades como a Anoreg-SP que são parceiras importantes
para que possamos avançar no caminho da regularização fundiária e do
ordenamento da cidade. Hoje, o compromisso com a modernização dos cartórios
tem permitido o acesso rápido aos documentos, para que possamos trabalhar a
regularização fundiária na nossa cidade.”
“Quero parabenizar a doutora Patricia, desejar muito boa sorte à sua
diretoria. Conheço o seu trabalho. Antes de ser eleita com esses magníficos
80%, ela já era comprometida com os valores democráticos, com a necessidade
de aperfeiçoamento das instituições brasileiras, com a idéia de democracia
do movimento social, de incorporação dos excluídos na vida cidadã. Quero
saudar a presença dos representantes do movimento social, o que demonstra
esse seu compromisso. Muito obrigado.”
Trabalho magnífico na
Anoreg-BR
O presidente da Anoreg do Brasil Rogério Portugal Bacellar qualificou
de “trabalho magnífico” as realizações de Patricia Ferraz como diretora de
regularização fundiária da entidade.
“Por onde passa, a Patricia trabalha de maneira árdua e inteligente, e vai,
com seu trabalho na Anoreg-SP, trazer muita alegria para notários e
registradores. Tenha certeza de que seu trabalho de união e de integração da
classe notarial e registral terá sempre apoio e ajuda da Anoreg-BR.
Parabéns, Patricia, parabéns à diretoria da Anoreg-SP e a todos os notários
e registradores de São Paulo pela eleição de Patricia Ferraz.”
Patricia Ferraz agradece a
todos que ajudaram a eleger a nova diretoria da ANOREG-SP
Presidente da ANOREG-SP discursa, emociona-se, e emociona a platéia, que a aplaudiu de pé.
Eu não poderia iniciar esta fala sem manifestar o profundo carinho com que
recebo todos nesta noite.
E esse carinho especial tem uma razão de ser: o reconhecimento por todo o
esforço que nossa categoria despendeu no final do ano passado, durante o
processo eleitoral, para a revisão de nossa representação institucional, e
que culminou com uma movimentação grandiosa para a eleição desta diretoria,
no dia 13 de dezembro de 2007, com inquestionável maioria de votos. A todos
vocês, queridos notários e registradores de São Paulo, meus agradecimentos.
Agradeço aos amigos que se empenharam na composição da chapa Unificação e
demonstraram aos colegas, que acabaram eleitos, que era necessário mudar e
que, portanto, essas lideranças precisariam se reunir e emprestar sua
credibilidade e trabalho à categoria. Esses colegas e amigos de São Paulo e
de outros estados que se envolveram direta e profundamente no curto, mas
intenso período de campanha, com seu trabalho corpo a corpo, sua campanha
virtual, suas mensagens de apoio, suas críticas e sugestões, e suas posturas
de verdadeiros soldados da unificação e engrandecimento da categoria, meu
respeito, gratidão e admiração.
Agradeço, também, ao presidente Ary José de Lima pela honesta condução de
nosso processo eleitoral e pelo empenho à frente de nossa entidade durante
tantos anos.
Nossa diretoria ainda tem muito a agradecer: aos nossos colaboradores nos
cartórios sob nossa responsabilidade, que diariamente nos emprestam sua
seriedade, dedicação, empenho e trabalho nessa árdua missão de prestar
serviços públicos de qualidade e ainda nos desdobrarmos na representação
institucional da categoria. Aos meus queridos colaboradores de Diadema, em
especial, meu eterno e terno agradecimento.
Ao lado deles, em nossas entidades de classe – SINOREG-SP, ANOREG-SP, IRIB,
ARISP, CNB-SP, ARPEN-SP, IRTDPJ-SP e IEPTB-SP –, outros colaboradores também
são fundamentais para que possamos executar todas as tarefas que a classe
espera de nós. A multiplicidade de missões que surgem dia após dia exige de
nós a mais qualificada estrutura e um grau de comprometimento e dedicação
ímpares, que devem ser aqui destacados.
Fora de nossos quadros há, ainda, centenas de outras pessoas que deveriam
ser citadas nominalmente, mas vou poupar a platéia. Muitos deles estão aqui
hoje e foram fundamentais, provavelmente sem sabê-lo, para que estejamos
aqui, neste momento festivo e solene. São os representantes de cada um dos
poderes públicos, instituições e setores com os quais trabalhamos nos
últimos anos, construindo consensos, estabelecendo e fortalecendo parcerias
transparentes e trabalhando em conjunto para a construção de um sistema
notarial e registral mais eficiente, mais moderno, menos oneroso,
disseminando cidadania e edificando um país melhor. Foram a honestidade
intelectual, a capacidade de trabalho e de argumentação, a seriedade e
competência de vocês que, vencendo preconceitos, abriram importantes espaços
para a implantação de avanços procedimentais e desburocratizantes dos quais
atualmente gozam a população e a administração pública. De nossa parte,
esses trabalhos continuarão e serão incrementados, pois ainda temos muito a
produzir. E queremos fazê-lo.
Às nossas famílias, nosso afetuoso agradecimento. Sem a compreensão, apoio e
desprendimento de vocês não teríamos paz e segurança para desempenhar tantos
papéis.
Serviços notariais e registrais:
segurança, celeridade, modernidade e redução de custos transacionais
Meus caros, toda a beleza e emoção que caracterizaram nossa eleição, toda a
mobilização que envolveu nossa categoria atribuindo-nos legitimidade e
representatividade, encarregou-nos de tarefas árduas e de extrema
responsabilidade.
Nossos sistemas registrais e notariais que contam com séculos de existência
estão em constante aprimoramento. Um passo importantíssimo foi dado com a
Constituição de 1988, que delegou os serviços à administração privada,
mediante rigorosos e transparentes concursos públicos e fiscalização pelo
poder Judiciário. Bem por isso, a qualidade dos serviços tem melhorado
incrivelmente em termos de efetividade, segurança, celeridade, modernidade e
custos. Aliadas, estas duas características – acesso público à atividade e
prestação de serviço público com excelência – têm nos permitido vencer,
paulatinamente, os preconceitos que a categoria experimenta nos tempos
modernos. E preconceito se vence com trabalho, seriedade e informação.
Há quem hoje questione a importância, eficiência, rapidez e menores custos
das retificações de registro feitas no RI? Ou dos inventários, partilhas e
separações realizados pelos tabeliães de notas? Ou da execução extrajudicial
da alienação fiduciária? Ou das notificações extrajudiciais?
Há alguém nesta platéia que tenha porventura registrado um contrato público
ou privado de compra e venda, formalizado seu casamento, registrado o
nascimento de um filho, criado uma pessoa jurídica, apresentado um título a
protesto, lavrado uma ata notarial ou registrado um documento para
conservação e ido para casa com qualquer preocupação quanto à guarda e
tutela de seus direitos?
Nossa atividade é proporcionar segurança jurídica ao cidadão e ao Estado,
nos atos da vida civil.
Segurança jurídica é como o ar que respiramos: quando excelente, não nos
apercebemos de seu valor. Na verdade, sequer percebemos que existe. Mas
quando falta o ar, a intranqüilidade e o pânico se instalam. Imaginem-se sem
a tranqüilidade e segurança que os cartórios estampam em seus negócios e
atos... Como é bom saber que você pode adquirir um imóvel daquele que figura
como seu proprietário no registro, que aquele que lhe vende um automóvel
realmente é seu dono ou que a empresa com a qual você negocia tem como
sócios pessoas com situação sólida no mercado...
Alguém consegue imaginar os custos que a sociedade paulista, brasileira ou
de tantos outros países desenvolvidos experimentaria sem esse selo de
segurança que o Estado nos proporciona por intermédio dos cartórios? Ou como
seria esse sistema se ele não funcionasse com base em autonomia financeira,
administrativa, com a correspondente responsabilidade civil do registrador e
do notário?
É preciso jogar luzes nas razões econômicas e científicas que deram ensejo à
criação dos sistemas registrais e notariais em todo o planeta, para que
lamentáveis equívocos conceituais não mais sejam repetidos e espraiados pelo
senso comum.
Atuação institucional coesa mediante a
criação de comissões voltadas ao aprimoramento de sistemas e serviços
É preciso dar continuidade aos excelentes trabalhos institucionais e
individuais que têm sido realizados a fim de que continuemos nossa
incansável marcha em direção ao nosso objetivo e razão de ser que é servir a
população.
E servir com a melhor qualidade, agregando ainda mais eficiência,
celeridade, modernidade e segurança jurídica aos serviços dos cartórios do
Estado de São Paulo.
Para fazê-lo, tal como já disse inúmeras vezes desde que ingressei nesta
atividade e, mais especialmente durante a campanha para a ANOREG-SP, é
indispensável uma atuação institucional coesa, organizada, unificada.
Para tanto,
anuncio, com imensa satisfação, a criação, no seio da ANOREG-SP, de algumas
comissões que reputo indispensáveis para a integração da categoria e o
aprimoramento de nossos sistemas e serviços, que são a comissão de
desburocratização, comissão de integração e a comissão de concurso.
A comissão de desburocratização será composta por treze membros. Sua
presidência caberá ao doutor Rodrigo Valverde Dinamarco, Registrador Civil
de Pessoas Naturais e Tabelião de Notas em São Paulo, membro indicado pela
Diretoria eleita. Dez de seus membros serão indicados por nossas entidades
de conteúdo técnico-científico: ARISP, CNB/SP, ARPEN, IRTDPJ, IRIB e IEPT.
Duas outras vagas estão reservadas para serem ocupadas por advogados
indicados pela OAB. Os objetivos desse grupo de trabalho são a reavaliação
dos procedimentos dos serviços registrais e notariais do Estado de São
Paulo, a formulação de propostas de alterações normativas e procedimentais
para incremento da segurança jurídica e da celeridade de nossas atividades
para serem encaminhadas aos poderes Legislativo e Judiciário, bem como o
encaminhamento de propostas ao poder Executivo em colaboração às políticas
de desburocratização em andamento.
Permitam-me um comentário. Na posse do Secretário de Desburocratização do
Município de São Paulo, doutor Rodrigo Garcia, o Senhor Secretário Estadual
do Emprego e de Relações do Trabalho, encarregado dos projetos de
desburocratização da administração de nosso estado, doutor Guilherme Afif
Domingos, fez uma comparação interessantíssima entre a burocracia e o
colesterol. Disse o Senhor Secretário que a burocracia pode ser comparada ao
colesterol, porque bem semelhantes. E explicou: há o colesterol bom e o
colesterol ruim. Bom é o colesterol que auxilia o sangue em seu fluxo pelo
corpo, fazendo com que ele trafegue com mais facilidade e com a necessária
rapidez pelo corpo, mantendo-o saudável e ativo. Colesterol ruim é aquele
que, ao contrário, dificulta, atrapalha e por vezes impede o sangue de fluir
normalmente, chegando mesmo a bloquear alguns vasos sanguíneos, levando o
organismo à falência, à morte. E disse o Senhor Secretário que o mesmo
ocorre com a burocracia. Há a boa burocracia, aquela fundamental para a
segurança da vida do cidadão e das empresas e para o bom trânsito da
economia e da administração pública e aquela burocracia ruim, que emperra,
obstaculiza, atrapalha a vida do cidadão e das empresas, chegando por vezes
a matar determinados segmentos. Pois bem, meus caros, dignas autoridades, os
cartórios do Estado de São Paulo são a boa burocracia.
A comissão de concurso, também composta por treze membros, debaterá com toda
a categoria as regras que pareçam mais adequadas para o acesso à atividade e
sua mobilidade. A ANOREG-SP deve ser a caixa de ressonância dessas
discussões internas e receber todas as tendências, buscando consensos e
soluções para que vingue a melhor forma para o sistema, bem como para a
sociedade. O sistema registral e notarial, como os demais sistemas e
instituições, não é um fim em si mesmo e deve primar pela manutenção da
capacidade técnica de seus membros.
Hoje, alguns de nós podem ter eventualmente interesses peculiares e
individuais, mas mesmo hoje e amanhã, quando não ocuparmos nossas funções,
será imprescindível para nós, como para qualquer cidadão, a existência de
sistemas notariais e registrais sólidos excelentes, que começam com
concursos transparentes e rigorosos. Convido, portanto, a todos para
participarem dessas discussões, bem como das jornadas institucionais que
promoveremos.
Quanto à comissão de integração – nome que escolhi em homenagem aos nossos
colegas que formaram a chapa adversária nas eleições e que prontamente foi
acolhido por nossa diretoria – ela terá como escopo a reinserção de todos os
cartórios – pequenos, médios e grandes, do interior mais longínquo aos da
capital – para a discussão dos assuntos institucionais. Há tanto a saber, a
ouvir, a falar, a articular... seja no que se refere ao IPESP, às
gratuidades, à informatização... a tantos outros assuntos... Preciso de cada
um dos notários e registradores nessas discussões. Somente sabendo de suas
situações peculiares e necessidades é que a ANOREG-SP poderá defendê-los de
modo mais efetivo e eficiente.
Missão da ANOREG-SP: prestação de
serviços aos associados e atuação política
No que diz respeito às relações institucionais, reafirmo meu compromisso de
campanha: a ANOREG-SP não se imiscuirá nas questões técnicas. Esses assuntos
cabem às entidades de cunho científico. A ANOREG-SP tem como missão
fundamental a prestação de serviços aos seus associados e a atuação política
para a defesa dos interesses da categoria e aprimoramento de nossos
sistemas. Assim procederei, de tal sorte que nenhum assunto técnico será
abordado pela ANOREG-SP sem a participação do instituto respectivo. É
necessário que cada entidade tenha seu foco e que nos articulemos de modo a
otimizar nossos recursos materiais e humanos.
Quanto aos poderes constituídos e nossos demais parceiros institucionais,
meu intuito é continuar o trabalho que tenho feito há anos: construir e
manter parcerias honestas, sólidas e leais, nos espaços de interesses
convergentes, a fim de que possamos avançar e contribuir efetivamente para a
construção de um país melhor.
Assim é que, na esteira do trabalho iniciado no ano passado, espero concluir
o quanto antes as negociações com o Governo do Estado de São Paulo para a
redução de emolumentos para regularização fundiária de interesse social e
para os EHIS, empreendimentos habitacionais de interesse social, a fim de
promovermos a mais eficiente política de capacitação econômica do país. São
Paulo quer, merece e precisa de um salto de qualidade socioeconômico que
possa servir de exemplo e estímulo aos demais estados do país. Esta, reputo
seja uma de nossas maiores missões neste momento. Senhor Secretário,
queremos criar a “caravana da
regularização fundiária paulista” e distribuir cidadania ao nosso
povo mais carente, transformando, como num passe de mágica, a posse e as
economias feitas em cimento, tijolo, areia; sonhos e telha em ativo
econômico. Conte conosco. Nós queremos incrementar ainda mais nossos
trabalhos nessa área e precisamos de meios para fazê-lo.
Meus caros, há muito ainda a falar, mas o momento, nesta noite, é de
celebrar.
Em respeito a todos, portanto, encerro minha manifestação reiterando meus
agradecimentos e reafirmando o compromisso de trabalhar incansavelmente, com
meus estimados amigos e diretores e toda a categoria, para a confirmação e
reconhecimento da importância econômica e social de nosso ofício.
Não poderia terminar, entretanto, sem fazer um agradecimento especial e para
tanto peço a compreensão de todos para me dirigir a minha amada família: pai
e mãe, sem seus ensinamentos de honradez, trabalho, perseverança,
honestidade e respeito ao próximo, sem sua dedicação diuturna aos filhos, eu
não estaria aqui. Irmãos e cunhados, obrigada por todo apoio que me
emprestam incondicionalmente. Amados filhos, não tenho como agradecer os
momentos que lhes tomo para exercer minha profissão e trabalhar em favor
desta honrada classe que hoje vocês conhecem de perto. Essa natural
compreensão, doçura e companheirismo de vocês são a luz que me guia.
Senhores e senhoras, conto com a ajuda e o discernimento de todos para que
possamos concretizar estas idéias.
Obrigada pela presença e bom coquetel.
Diretoria da ANOREG-SP –
gestão 2008/2010
|
Cargo |
Nome |
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Presidente |
Patricia André de Camargo Ferraz
– Oficial de Registro de Imóveis e Anexos de Diadema |
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Vice-presidente |
José Emygdio de Carvalho Filho
– Oficial de Registro Civil e Tabelião de Notas de Indaiatuba |
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1ª
Secretária |
Jussara Citroni Modaneze
– 17º Tabelião de Notas de São Paulo |
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2º
Secretário |
Adauto Faria da Silva
– Oficial de Registro Civil de Diadema |
|
1º
Tesoureiro |
George Takeda
– 3º Oficial de Registro de Imóveis de São Paulo |
|
2º
Tesoureiro |
André Azevedo Palmeira
– 1º Oficial de Registro de Imóveis e Anexo de São Bernardo do Campo |
|
Diretor de Notas |
Paulo Tupinambá Vampré
– 14º Tabelião de Notas de São Paulo |
|
Diretor de Registro de Imóveis |
Flauzilino Araújo dos Santos
– 1º Oficial de Registro de Imóveis de São Paulo |
|
Diretor de Protesto |
José Carlos Alves
– 1º Tabelião de Protesto de Títulos de São Paulo |
|
Diretor de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa
Jurídica |
Paulo Roberto de Carvalho Rêgo
– 1º Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa
Jurídica de São Paulo |
|
Diretor de Registro Civil das Pessoas Naturais |
Rodrigo Valverde Dinamarco
– 30º Oficial de Registro Civil de São Paulo |
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Conselheiro fiscal |
Lincoln Bueno Alves – 1º Oficial de
Registro de Imóveis e Anexo de Franca |
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Conselheiro fiscal |
Cláudio Marçal Freire – 3º Tabelião de
Protesto de Títulos de São Paulo |
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Conselheiro fiscal |
Sérgio Jacomino – Oficial de Registro
de Imóveis de São Paulo |
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Conselheiro fiscal |
Odélio Antonio de Lima
– Oficial de Registro Civil e Tabelião de Notas de Parelheiros |
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Conselheiro fiscal |
Marcelo Augusto Santana de Melo
– Oficial de Registro de Imóveis e Anexo de Araçatuba |
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Conselheiro fiscal |
Izaías Gomes Ferro Junior
– Oficial de Registro Civil da cidade de Lins |
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