Nova pagina 1

 
 

 
Anoreg-SP AnoregSP
  PESQUISAR
  ANOREGSP
  Home
  Diretoria
  Estatuto
  Endereço
  Assessoria de Imprensa
  ANOREG-SP ON-LINE
  Índice
  Regularização Fundiária
  CLIPPING
  Índice
  CONCURSOS
  Índice
  Concurso de Monografia
  Prêmio de Jornalismo
  CONVÊNIOS
  Índice
  DIÁRIO OFICIAL
  On line
  FOTOS ANOREGSP
  Debate ISS
  Posse diretoria
  TRT Campinas
  Reunião Concursos
  Assembléia Geral
  Feirão da Caixa
  Projeto Desburocratização
  1º Encontro Regional: São Carlos
  Jornadas Institucionais
  Palestra Secovi
  2º Encontro Regional: P.Prudente
  Comissão de Concurso
  Convênio TRT/15ª Região
  Campanha Estadual de Regularização Fundiária
  Grupo Interministerial
  3º Encontro Regional: S.José Rio Preto
  4º Encontro Regional: Vale do Paraíba
  Fórum Nacional - CNJ
  5º Feirão Caixa da Casa Própria: São Paulo
  5º Encontro Regional: Bauru
  Encontro Estadual - aplicação da MP 459
  Jornadas Institucionais 2ª Edição
  6º Encontro Regional Peruíbe
  Proclamação do resultado do 5º Concurso
  Seminário sobre Regularização Fundiária
  1º Encontro de Procuradores
  AGE - ANOREG/SP, SINOREG-SP e APACEJ
  7º Encontro Regional: Franca e Ribeirão Preto
  Jantar de Confraternização 2009
  São Luiz do Paraitinga
  ISS
  Decisões
  Leis Municipais - valor fixo
  Notícias
  Pareceres
  JORNADAS INSTITUCIONAIS
  1ª Edição
  2ª Edição
  LEGISLAÇÃO
  Municipal
  Estadual
  Federal
  RADIONEWS
  Índice
  SELOS
  Consulta
  SERVIÇOS
  Endereços Anoregs
  Endereços cartórios
  ITCM
  CUB
  TABELAS
  2010
  2009
  2008
  2007
  TJSP
  Portal do Extrajudicial
  Diário da Justiça
  Normas de Serviço
  VIDEONEWS
  Índice
  
 
 
 
 ANOREG-SP on-line  >>  Índice  >>  Notícia

São Paulo, 02/12/2008 - n. 71

ANOREG/SP constitui Câmara Registral para Regularização Fundiária

A ANOREG/SP acaba de criar a Câmara Registral ANOREG/SP para Regularização Fundiária, um grupo de trabalho e estudos para dar suporte técnico-jurídico aos Registros de Imóveis paulistas que têm casos de regularização fundiária em suas circunscrições.

Patricia André de Camargo Ferraz
   Foto: Revista Bovespa on-line
Envolvida com a questão desde 2004, quando assumiu o Registro de Imóveis de Diadema depois de passar no 3º Concurso Público de Provas e Títulos para a Outorga de Delegações de Notas e de Registro do Estado de São Paulo, a presidenta da ANOREG/SP Patricia André de Camargo Ferraz define a regularização fundiária como um instrumento propulsor do desenvolvimento econômico sustentado porque elemento facilitador da capacitação econômica da população.

Segundo Patricia Ferraz nunca houve um momento tão propício para a regularização fundiária uma vez que os três poderes estão conscientes da necessidade de se regularizar a propriedade no Brasil. “Os governos, seja na esfera federal, estadual ou municipal, bem como o Ministério Público, o Legislativo e o Judiciário estão empenhados em agir para minimizar esse problema o quanto antes.”

Quanto à iniciativa de criação da Câmara Registral ANOREG/SP para Regularização Fundiária, a presidenta afirmou que todos os registradores imobiliários conhecem a importância da regularização fundiária. “Sabemos quanto tempo e energia essa questão tem tomado nos cartórios e quanto pode ser facilitada se houver um norte mais claro para orientar o trabalho dos Registros de Imóveis, do poder público e mesmo da sociedade organizada nos movimentos de moradia.”

Com o objetivo de viabilizar a regularização fundiária no Estado de São Paulo, a ANOREG/SP constituiu esse grupo de trabalho formado por notáveis registradores de diversas regiões.  A idéia é que a Câmara Registral, através da experiência de seus membros, possa atuar como suporte aos registradores de imóveis paulistas, que recebam casos mais complexos de regularização fundiária, criando uma compreensão técnico-jurídica uniforme acerca do tema e, se possível, padronização de procedimentos. 

“Na medida do possível, queremos simplificar e uniformizar procedimentos, formar um banco de dados de regularização fundiária no nosso estado para ser consultado por todos os interessados e, ainda, criar um manual de boas práticas e uma doutrina registrária de regularização. É um grande desafio, mas os registradores imobiliários de São Paulo estão mobilizados e essa interação de informações será muito importante para somar esforços e encurtar os caminhos da regularização”, concluiu Patricia Ferraz.

Consulte

Moradores, prefeitura e registro de imóveis se mobilizam em mutirão verde pela regularização do Jardim das Praias em Diadema-SP

Banco de dados de doutrina e jurisprudência facilitará a regularização fundiária no estado de São Paulo

Francisco Ventura de Toledo
O coordenador do grupo, Francisco Ventura de Toledo, explicou que em geral a regularização é um processo difícil e lento porque apresenta obstáculos jurídicos e técnicos cuja solução não depende do registrador imobiliário.

“A Câmara Registral dará suporte aos cartórios para a superação desses obstáculos. O objetivo é viabilizar o maior número possível de registros de loteamentos clandestinos, condomínios irregulares e favelas, trazendo-os para a legalidade”.

A primeira tarefa do grupo será criar o regulamento de funcionamento da Câmara.

“A regularização fundiária é meta prioritária do governo do estado de São Paulo e, a partir de agora, também da ANOREG/SP. Os resultados das discussões do nosso grupo de estudos servirão para uniformizar os procedimentos nos cartórios e orientar os casos mais complexos. A idéia é que os sete registradores que compõem a Câmara Registral recolham, em suas respectivas regiões, os casos de regularização fundiária apresentados nos Registros de Imóveis, bem como as questões que inevitavelmente surgirão nesses processos. Ao discutir os casos mais complexos estaremos buscando procedimentos viáveis para a regularização fundiária que integrarão um arsenal de boas práticas referendado pela ANOREG/SP. Também queremos criar um banco de dados de doutrina e jurisprudência registrária de regularização fundiária com vistas a abreviar o caminho que seria percorrido individualmente pelos registradores imobiliários em suas circunscrições”, comentou o coordenador.

Composição da Câmara Registral ANOREG/SP para Regularização Fundiária

Apêndice-1

Termo de cooperação técnica para a regularização do município de Santo Antônio do Aracanguá.

O OFICIAL DE REGISTRO DE IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS E CIVIL DE PESSOAL JURÍDICA DA COMARCA DE ARAÇATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO, Sr. MARCELO AUGUSTO SANTANA DE MELO, brasileiro, casado, RG. n. 27.980.763-6-SSP/SP, CPF/MF. 180.839.508-58, domiciliado na Rua Torres Homem, 135 – Centro, CEP: 16010-360 - Araçatuba-SP; e a PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SANTO ANTÔNIO DO ARACANGUÁ-SP, CNPJ. n. 59.764.399/0001-20, com sede na Rua Pio Prado, 277, Centro, representada por seu prefeito em exercício ROBERTO JUNQUEIRA DE ANDRADE FILHO.

CONSIDERANDO que a área urbana do Município de Santo Antônio do Aracanguá está quase que totalmente irregular junto ao Registro de Imóveis, não possuindo os munícipes títulos registrados;

CONSIDERANDO que é necessária a adoção de procedimentos que tenham por objetivo a regularização fundiária das áreas, outorgando-se direito real a esses cidadãos.

CONSIDERANDO que um dos objetivos das regras legais regulamentadoras do solo urbano sempre visou à proteção jurídica dos adquirentes de imóveis, especialmente quando integrantes de loteamentos ou parcelamentos assemelhados;

CONSIDERANDO que o Registro de Imóveis após a Constituição Federal de 1988 deve também atender uma função social a exemplo do que ocorre com o próprio direito de propriedade;

CONSIDERANDO a competência exclusiva dos municípios para tratar de direito urbanístico local, bem como o art. 40 da Lei 6.766/79 outorgar ao mesmo a iniciativa de regularização de parcelamentos irregulares;

CONSIDERANDO que o Estatuto da Cidade (Lei 10.257, de 10 de julho de 2001) estabelece, em seu artigo 2º, inciso I, que a política urbana tem, entre suas diretrizes básicas, o direito do cidadão à terra urbana e à moradia, para as presentes e futuras gerações, no intuito de ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana;

RESOLVEM:

Através do presente é criado um termo de cooperação técnica entre o Registro de Imóveis de Araçatuba e Prefeitura de Santo Antônio do Aracanguá, visando a adoção de procedimentos visando à regularização do município.

A cada quinze dias o Registro de Imóveis disponibilizará um funcionário durante um período do dia para fornecer as informações necessárias aos advogados e engenheiros da Prefeitura visando a instrução dos procedimentos preparatórios à regularização.

Tendo em vista a finalidade social do termo de cooperação técnica, bem como de acordo com a Lei 11.331/2001, somente será cobrada por atos requeridos pelos municípios, a parcela dos emolumentos do oficial, será concedido desconto de cinqüenta por cento (50%) para todos os pedidos de certidão que tenham por objetivo o termo de cooperação técnica. A validade do desconto ficará condicionada à aprovação da Corregedoria Permanente do Registro de Imóveis de Araçatuba.

Araçatuba, 28 de julho de 2005.

MARCELO AUGUSTO SANTANA DE MELO
Registro de Imóveis da comarca de Araçatuba-SP

ROBERTO JUNQUEIRA DE ANDRADE FILHO
Prefeitura de Santo Antônio de Aracanguá-SP

Apêndice-2: Jornal Folha da Região (Habitação), 15/07/2007 – 03h01 – Araçatuba

Lotes do Jardim das Oliveiras são regularizados
Roberto Alexandre

Valdivo Pereira - 13/7/2007
 
O bairro Jardim das Oliveiras, que é composto por 500 lotes, não é asfaltado, por isso os moradores sofrem com o barro, em tempos de chuva, e com o excesso de poeira, na estiagem
O bairro Jardim das Oliveiras, que é composto por 500 lotes, não é asfaltado, por isso os moradores sofrem com o barro, em tempos de chuva, e com o excesso de poeira, na estiagem

Araçatuba - Depois de 15 anos na ilegalidade, o residencial Jardim das Oliveiras foi finalmente regularizado. Isso foi possível graças à atuação de uma força-tarefa formada pelo Poder Judiciário, Ministério Público, Cartório de Registro de Imóveis e Prefeitura de Araçatuba.

A partir desta semana, todos os proprietários que já procederam à quitação dos lotes poderão obter a escritura pública definitiva. O documento é o objeto de desejo de praticamente todas as 250 famílias que hoje residem no bairro, localizado na via Olegário Ferraz, estrada que leva ao aeroporto de Araçatuba.

Com a regularização, o morador que possuir somente o contrato de compromisso de compra e venda também poderá registrá-lo no cartório para garantir seus direitos. Segundo o registrador imobiliário Marcelo Augusto Santana de Melo, responsável pelo 1º Cartório de Registro de Imóveis de Araçatuba, de agora em diante, praticamente todos os proprietários poderão ter a situação regularizada.

De acordo com Santana de Melo, com a legalização do loteamento, os moradores poderão conseguir crédito para construção e ampliação de casas. Poderão também alienar os imóveis já existentes em financiamentos bancários. "Isso é bom para todo mundo", afirma o registrador imobiliário.

Os moradores comemoraram a decisão. A dona-de-casa Virgínia Aparecida Vilas Boas, 35, que reside no bairro desde o início do loteamento, já quitou o lote onde construiu a casa e só aguardava a regularização do bairro para obter a escritura definitiva. "Acabei de pagar o terreno há mais de cinco anos e até então não sabia se ele realmente era meu". Ela faz parte de uma das quatro primeiras famílias a morar no residencial,

Agora, com a regularização, os moradores prometem cobrar da administração pública melhorias de infra-estrutura no bairro. "Até então estávamos esquecidos aqui e a desculpa sempre foi porque o bairro era irregular", comentou a dona-de-casa Roseli Fonseca. "Agora vamos cobrar melhorias". O Jardim das Oliveiras é composto de 500 lotes, dos quais cerca de 250 estão quitados. O bairro, construído em uma área de 10 alqueires, não é asfaltado. Os moradores reclamam do barro quando chove e do excesso de poeira quando o tempo está seco. "Além disso, a quantidade de terrenos baldios contribui para o aparecimento de bichos como ratos, aranhas, cobras e até escorpiões", afirma Roseli.

Projetado inicialmente como um conjunto de casas populares para a comunidade evangélica, o Jardim das Oliveiras virou um loteamento que até então registrava vários entraves na Prefeitura.

O projeto do conjunto habitacional foi lançado em 1992 por uma cooperativa chamada Fobraice (Fórum Brasil de Intercâmbio de Cooperativa Evangélica), de Brasília, em parceria com a Construções e Empreendimentos Issamu Honda, de Araçatuba, que faria a construção das casas.

Após iniciada a construção de 300 casas, a cooperativa foi extinta e a construtora ficou com a área para não acumular prejuízo de US$ 1 milhão.

A construtora retomou o projeto em 1997, depois de acordo com a então prefeita Germínia Venturolli em troca de isenção de taxas e ajuda com maquinários da administração municipal. A empresa começou a vender tanto as casas que estavam sendo construídas como os terrenos que restavam. Em 2004, com a criação da força-tarefa para a regularização do loteamento, os moradores passaram a depositar o valor das prestações em uma conta judicial.

SERVIÇO

Informações sobre os documentos necessários para a obtenção da escritura pública definitiva dos lotes do Jardim das Oliveiras podem ser obtidas no 1º Cartório de Registro de Imóveis de Araçatuba, na rua Torres Homem, 135, centro. O telefone é (18) 3622-7776.
Eduardo Oliveira Ademar Fioranelli Valdemar César Boteon Adriana Aparecida Perondi Lopes Marangoni João Baptista GalhardoMarcelo Augusto Santana de Melo

   


  

Resolução Mínima de 1024x768 © Copyright 2008, Anoreg-SP