De acordo com o índice FipeZap, que acompanha a variação do custo de imóveis em 56 das principais cidades brasileiras, em 2025, os preços de venda subiram 6,52%, percentual 2,02% superior à inflação medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), prévia da apuração oficial do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esta foi a segunda maior variação da história, superada apenas pelo índice registrado em 2024 (7,73%).
O percentual apurado em dezembro apontou, no entanto, para uma desaceleração nos preços - naquele mês, a alta foi de 0,28%, ante uma elevação de 0,58% apurada no mês anterior. O número também foi menor do que o registrado há 12 meses: 0,66%. O valor médio do metro quadrado construído alcançou R$ 9.611, ao passo que apartamentos de um dormitório registraram a maior média de preço por metro quadrado (R$ 11.669). Já as unidades com dois dormitórios alcançaram valor inferior (R$ 8.622). As maiores altas foram contabilizadas em Salvador (BA) e João Pessoa (PB), cujos preços variaram, respectivamente, 16,25% (para R$ 7.972) e 15,15% (para R$ 7.970). Além destas, outras oito cidades - Sâo Paulo (SP), Barueri (SP), Curitiba (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Vila Velha (ES), Maceió (AL) e Brasília (DF) - registraram preços acima da média nacional. O metro quadrado mais caro do país, por sua vez, está localizado no litoral de Santa Catarina, nas cidades de Balneário Camboriú (R$ 14.906) e Itapema (R$ 14.843). Fonte: RIB | ||
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